Os caras do jazz #3: Dave Brubeck mandando “Lost Waltz”, do álbum “Time In”.

Os caras do jazz #3: Dave Brubeck mandando “Lost Waltz”, do álbum “Time In”.

Os caras do jazz #2: John Coltrane, Cannonball Adderley, Miles Davis, Bill Evans (na foto, da esquerda para a direita), Paul Chambers e Jimmy Cobb mandando “Freddie Freeloader”, do álbum “Kind of Blue”.
Músicas para relaxar #3: A Putumayo é uma gravadora especializada em compilações (ver todas). A promessa principal da empresa é: se o álbum que você comprou não lhe fizer se sentir bem, devolvemos o seu dinheiro. Sentiu o drama? As coletâneas são quase sempre regionais, a exemplo da Caribbean Party (Festa Caribenha) ou Women Of Africa (Mulheres da África). Existe uma série de compilações em língua portuguesa também, e é sobre uma delas que quero falar agora.
O álbum Putumayo Presents: Brazilian Café é, em uma palavra, sensacional. De artistas bem conhecidos por aqui, só o Djavan. O resto eu nunca tinha ouvido falar. A surpresa é que todas as 12 (poucas) faixas são endorfina pura. A qualidade das vozes e arranjos musicais é impecável e devolve a esperança de que talvez a música popular brasileira continue se desenvolvendo ferozmente; uma pena que não a olhos vistos e muito menos através da mídia de massa.
É possível comprar esse álbum no próprio site da Putumayo por $14,98, na Amazon por módicos $15,98 ou na loja CD Point por não tão ralos R$58,26. Mas se você não dispõe de nenhuma dessas quantias, o blog Eterno Contestador oferece uma opção, digamos assim, mais em conta.
Deixo vocês com a faixa Outro Lugar por Toco. (Não falei que os artistas eram estranhos?)
Eu sou
uma negação na cozinha. Não sei fazer nem arroz direito. Apesar disso, tenho uma verdadeira admiração pelas pessoas que conseguem fazer aquelas mágicas com utensílios e ingredientes. Por esta razão, decidi que era hora de me arriscar a aprender alguma coisa nessa área. Vou encomendar um curso básico de culinária doméstica à excelentíssima minha mãe e postarei meus aprendizados por aqui. Mas enquanto o curso não começa, contarei uma história legal.
Sempre achei que fazer suco era um mistério. Afinal, como pode ser fácil fazer um abacaxi virar um delicioso refresco tropical? De qualquer forma, como grande apreciador de sucos naturais, tive que me lançar em alguma aventura nesse campo, e acabei começando nos de polpa. Aí era fácil! Só tirar do saquinho, tacar açúcar e água, e voilà! Me contentei com o aprendizado e assim foi. Mas com o tempo enjoei… O sabor é sempre o mesmo… É aí que entra o próximo passo: misturar polpas de sabores diferentes!


Juntar frutas nada a ver como mamão e goiaba virou um pequeno prazer. Mas mesmo essa brincadeira enjoa, afinal as polpas nunca substituirão sucos de frutas frescas.
Mas também, esse negócio de fazer suco por fazer não dá certo. Então o negócio era aproveitar o background dos sucos de polpa e começar a misturar as frutas de forma igualmente maluca. Compartilho aqui a minha receita mais bem sucedida até então:



Ingredientes:
Modo de fazer:
Bata tudo no liquidificador com um pouco de água e açúcar até ficar cremoso. Depois jogue uns cubos de gelo e bata um pouco mais.
Fica sensacional! Mal posso esperar a fazer essas misturas com um pouco mais de conhecimento técnico sobre cozinha :)
Rock and Roll. #1: Creedence Clearwater Revival mandando Feelin’ Blue.
